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III Nacional – Rebordosa derrotado em Amarante

Autor: em Domingo, 7 Fevereiro 2010Sem Comentários

Amarante – Rebordosa, 1-0
Jogo em Amarante
Árbitro: Sérgio Soares, auxiliado por João Guimarães e Nuno Soares.
Amarante: David, Carlos Castro, Maia (Brito), Eduardo, Rochinha, Paulo Pereira, Buno Alves, (Madalena), Domingos (Pedrinho), Faísca, Bruno Ribeiro, Oseias.
Rebordosa: Paulo Freitas, Amado, Moser, Fabio Pacheco, Marqueiro, Pedro Oliveira, Cristelo (Nini), Gustavo (Silverio), Joel( Marco Leal), Jose Coelho, Leandrinho
Ao intervalo:0-0
Marcador: Bruno Teixeira(70′)
Um golo fortuito, mas fruto de uma distracção colectiva, ditou a derrota em Amarante, uma derrota tangencial que dá bem a ideia das dificuldades que os locais sentiram para levar de vencida a muito personalizada equipa de Rebordosa, na estreia do seu técnico Herédia, que esta semana substituiu Manuel Sousa. O Rebordosa apresentou-se com algumas novidades, casos de José Coelho  e Leandrinho, que deram à equipa mais consistência,e  que em grande medida contrariou o previsível favoritismo da equipa da casa, fazendo pairar durante largos períodos a ideia de que o Rebordosa poderia ali vir a repettir a “gracinha” de Vila Meã. Tal não se verificou, mas durante toda a primeira parte e largos períodos a equipa rebordosense controlou o jogo com grande à vontade, e com um futebol agradável. As oportunidades de golo, no entanto, foram muito escassas. Apenas aos 35′ a baliza de Paulo Freitas passou por apuros, mas logo de seguida José Coelho rematou cruzado, saindo a bola muito perto do alvo. Na segunda parte, o Rebordosa continuou a mandar no jogo e aos 46′ Leandrinho quase fazia golo, mas a primeira infelicidade iria ocorrer aos 53′, quando a bola foi rematada à barra do guardião local David, que já estava fora do lance. E foi de bola parada que o Amarante chegou ao golo, com largas culpas para a defensiva de Rebordosa, que deixou Bruno Teixeira cabecear perfeitamente à vontade e sem levantar os pés do chão. O Rebordosa tentou reagir, mas alguns minutos depois viu-se reduzido a 10 unidades, o que lhe tornou a tarefa mais difícil. Ainda conseguiu forjar alguns lances de perigo, mas o seu balanceamento no ataque abriu espaços no seu meio campo, que os amarantinos aproveitaram, e, então só por manifesto azar, não ampliaram a vantagem.

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